O prefeito João Castelo, por mais que
trabalhe para reorganizar a administração municipal e colocar São Luís na
posição de destaque que o povo merece, vem sendo agredido de forma sórdida pela
mídia “franciscana.” Desde o dia que assumiu os destinos administrativos da
capital, o prefeito João Castelo na medida em que ia vedando o ralo da
corrupção, tratou de elaborar projetos importantes para proporcionar à
população condições de vida mais digna. A escassez de recursos e os períodos de
chuvas têm atrasado a execução desses projetos, mas não ao ponto de
desanimá-lo.
As acusações infundadas e os
insultos desnecessários dirigidos ao prefeito têm objetivos eleitoralmente
planejados. Castelo apóia a candidatura do governador deposto Jackson Lago.
Então, quanto mais desgastada junto à opinião pública a administração
municipal, na concepção dos “arquitetos da campanha”, menos se beneficiaria o
candidato da coligação “Maior é o Povo” e melhor seria para a “toda poderosa”
Roseana Sarney que posa de boa moça nesta luta visando a sua reeleição.
O episódio que motivou irritação
nos chamados “bocas pretas” foi a Ação Civil Pública interposta pela
Procuradoria Geral do Município pedindo a indisponibilidade dos bens do
ex-prefeito e atual secretário de Turismo do Governo Roseana, Tadeu Palácio que
atingem cifras superiores de R$ 416 mil, por indício de improbidade
administrativa. A juíza Luzia Nepomuceno, da Primeira Vara da Fazenda Pública,
concedeu liminar tornando indisponíveis os bens do prefeito nesse valor, além
de determinar a quebra dos sigilos bancários e fiscais do ex-prefeito.
Observa-se, assim, que enquanto os escândalos
pipocam na esfera estadual, o prefeito João Castelo procura ressarcir o erário
municipal das sangrias promovidas pelo ex-prefeito, hoje integrante do staff do
governo da oligarquia. No dia 09 de julho Tadeu usou o horário vespertino da Rádio
Mirante – AM para, no afã de se defender, detonar agressões ao prefeito João
Castelo, que apenas cumpre o seu dever de zelar pelo patrimônio público
municipal, saqueado em muitas administrações, no passado.
Castelo não é proprietário de
rádio, TV, jornais, mas, nas oportunidades que lhes oferece ele mostra a
realidade em que encontrou o município e fala da sua determinação de realizar o
melhor para São Luís. Essa franqueza do prefeito Castelo na abordagem dos
problemas locais atinge aqueles que, ao invés de trabalharem, atrapalham, pelo
simples prazer de dar vazão aos seus sentimentos políticos contrariados.
Lógico, não tenho
procuração para defender Castelo. Mas como cidadão que reside nesta cidade há
mais de 50 anos, sinto-me na obrigação de comentar e tomar posição diante
dessas injustiças de alguns setores da imprensa que não querem enxergar a
capacidade e os serviços que ele já prestou em benefício dos maranhenses ao
longo da sua vida pública. A posição corajosa e coerente de Castelo incomoda os
políticos que vivem mudando de “casaca” por medo ou conveniência, a partir do
primeiro gesto dos ditos “bocas pretas” que se consideram donos do Maranhão.
Castelo tem posição política firme e sabe o que quer.
Os comentaristas agressivos
de “plantão” não comentam, por exemplo, os prejuízos causados pelo abandono do
atual governo estadual às obras iniciadas por Jackson no interior e na capital.
Como escolas estradas, barragens, nem nos convênios celebrados pelo
ex-governador com várias prefeituras, inclusive a de São Luís, que Roseana, ao
assumir em abril do ano passado, decidiu acancelá-los. Cabe a pergunta, para
encerrar: porque Roseana puniu a população da capital e do interior com esse
gesto? Revanchismo, porque perdeu a eleição, no voto, para Jackson? Vai perder
de novo!...
DE VOLTA
O ex-governador e candidato
nesta eleição pela coligação “Maior é o Povo”, Jackson Lago estará retornando
na próxima terça-feira a São Luís depois de percorrer nos últimos dias os 17
municípios da região tocantina, acompanhado de prefeitos, candidatos a deputado
e ao Senado, lideranças políticas e coordenadores de campanha.
Ao regressar o líder
oposicionista deverá fazer um balanço da viagem que, segundo informações, tem
sido muito satisfatória. Segundo essas fontes o povo do Tocantins, como de
resto em todo do estado, está disposto a reafirmar, nas urnas, que não aceita
mais o “chicote” da oligarquia e nem está satisfeita com os desmandos
administrativos ora em execução.
CHÁ DE CADEIRA
Não é “privilégio”
destes ou daqueles ocupantes de cargos importantes nas esferas da administração
pública federal, estadual ou municipal. Parece até sadismo, Mas não é. Tudo
indica tratar-se de insensibilidade. Um detentor de cargo público importante
não deveria se dá ao luxo de deixar as pessoas que o procuram uma hora ou mais (o
famoso chá de cadeira) e depois mandar este recado: “diga ao fulano que depois
ligarei para dizer o dia que posso recebê-lo”. Geralmente não liga coisa
nenhuma, deixando de tratar, dessa forma, de assunto importante para a
sociedade, para a própria administração a que se propõe servir, ou coisa
que o valha. Gente, conversar não tira pedaço de ninguém. Lembrem-se: nesta
vida, tudo é passageiro, nada é eterno...
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