Está agendado para o próximo dia 12 de outubro, um novo movimento em
frente ao Congresso Nacional com a pretensão de “varrer” a corrupção no país.
Para isso, os organizadores da manifestação terão de comprar mais 54 vassouras
para substituir as que foram roubadas no dia 27.
Elas, as vassouras, são em número igual ao de deputados e senadores. Mas
há quem discorde, pois, deveria ter pelo menos umas seis só para o presidente
do Senado, José Sarney, o mais repudiado dentre os brasileiros vivos.
A
vassourada, o grito avassalador de protesto contra Sarney no Rock in Rio,
quando o cantor Dinho dedicou a ele a música “Que País é Este” demonstra a
repulsa da Nação à permanência do cacique na política. Acontece que ele
continua porque o povo amapaense o quis e o quer. Os maranhenses, também,
contribuem com essa realidade, elegendo a filha da oligarquia governadora do
estado.
São
as controvérsias naturais da política que se transformou em um dos mais
rendáveis negócios no Brasil. O poder do presidente do Senado é maior do que os
demais poderes, como executivo e judiciário. A rejeição das provas apresentadas
pela Polícia Federal, por exemplo, contra Fernando Sarney foram anuladas pelo
Supérior Tribunal de Justiça, por quê? Porque se tratava do filho do Sarney.
Maluf
vai ter de pedir aulas para Sarney e aprender como se safar da denúncia que
tramita contra ele no Supremo Tribunal Federal, pelos mesmos crimes cometidos
por FS.
O
Movimento contra a corrupção vai continuar e ela (a corrupção) também!...
SOBROU
PRTA ELES
A justiça
manteve, mais uma vez, a prefeita Bia Venâncio, de Paço do Lumiar, no cargo
que, por outro lado, determinou a demissão de centenas de servidores
contratados. “Sobrou pra eles”, os funcionários. Coitados! Mas, o dito popular
nos revela que “a corda sempre quebra do lado mais fraco”. E é verdade.
Paço do
Lumiar tem um histórico de malversação do dinheiro público lamentável. E a
morosidade da justiça tem contribuído muito para o desagrado da população. Um
exemplo disso foi a condenação do ex-prefeito Mábenes Fonseca a devolver mais
de 20 milhões de reais aos cofres públicos depois se mais de 10 anos fora da
Prefeitura. Hoje ele alega que está pobre, sem condições de quitar o seu débito
com o município.
São
raros os prefeitos, alguns até injustamente, que são punidos no cargo. A grande
maioria só depois de gastar tudo ou morrer é julgada e condenada. Essa é a
realidade.
PÉSSIMA
IMAGEM
Agora,
depois da declaração da ministra Eliana Calmon afirmando que existem bandidos
infiltrados na magistratura, fica pior – para não dizer péssima – a imagem do
Poder Judiciário brasileiro. A ministra – corregedora do STF não generaliza e
esclarece que a maioria dos 16 mil juízes é trabalhadora e honesta, mas, há ”bandidos
escondidos atrás da toga”. Instada a pedir desculpas ela reagiu dizendo que “mantêm
as declarações”.
PESQUISA
Não se
sabe contratada por que grupo político está sendo realizada uma pesquisa de
opinião em São João Batista para colher a opinião dos eleitores sobre os
pré-candidatos a prefeitos e vereadores do município.
Até agora
pretendem ser candidatos: Surama Soares (reeleição), Amarildo Pinheiro, Luís
Everton, William Barros, Eduardo Gomes, Carlos Figueiredo, Luís Figueiredo,
Serginho da Colônia, dentre outros.
TROCA DE
LEGENDA
O deputado
e secretário de Infra-Estrutura do estado, Max Barros, vai trocar o DEM de
Roseana Sarney pelo PMDB de Roseana Sarney. É seis por mei8a dúzia: no primeiro
ela manda, no segundo ela é filiada. O primeiro, a nível nacional é contra o
governo de Dilma Rousseff e o segundo é aliado dela, -presidente (a) – que financia chamada Via
Expressa que na boca do povo já tem outro nome: marginal sei lá o que...
A filiação de Max Barros no PMDB candidato
a prefeito de São Luís com apoio da “Força total” acontecerá amanhã, segunda
feira, na Assembléia Legislativa, às 17 horas. O senador João Alberto (PMDB)
prestigiará a solenidade, talvez, já como secretário do governo da filha da
oligarquia. Clóvis Fecury, suplente, já assumiu a vaga dele no Senado..
Na visão
política do grupo oligárquico, tá tudo armado para tomar a Prefeitura de São Luís,
de João Castelo. É uma “guerra”.
MORTE
Ao fechar
esta coluna fui informado que mais uma morte aconteceu no hospital público de
São João Batista. Sem higiene, sem médicos e sem funcionários capacitados, a
população fica à mercê de infecções e morre!... O Ministério Público já foi
informado da calamidade. Falta providência do MP e da Vigilância Sanitária. São
três mortes em 15 dias!
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