Results for "economia"
ECONOMIA E EMPREGO: Prazo para pagamento da guia do eSocial de fevereiro termina nesta terça (7)
Documentos gerados a partir dessa data serão calculados com multa de 0,33% por dia de atraso


por Portal Brasil

Termina na próxima terça-feira (7) o prazo para os empregadores domésticos realizarem o pagamento do documento de arrecadação do eSocial (DAE) de fevereiro. Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na Internet.

O documento reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas pelos empregadores referentes aos trabalhadores domésticos. Depois de 7 de março, o valor será calculado com multa de 0,33% por dia de atraso.


Atendimento 


Os empregadores domésticos têm à sua disposição, além do pagamento em guichê de caixa bancário, vários canais alternativos oferecidos pela rede bancária – como lotéricas, internet banking e canais eletrônicos de autoatendimento – para realizar o pagamento do DAE.

Os canais alternativos oferecidos pela rede bancária devem ser priorizados, pela simplicidade e facilidade na sua utilização.

Unknown março 04, 2017
ANEEL autoriza reajuste das contas de luz no Maranhão

Em reunião pública realizada nesta terça-feira, 26 de agosto, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou o reajuste tarifário (veja o gráfico abaixo) da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR. O reajuste é um instrumento previsto no contrato de concessão para manter atualizado o valor das tarifas, frente à variação da inflação e do repasse integral do custo de energia aos consumidores.

Para os consumidores residenciais, o reajuste será de 24,12%, já a classe industrial sofrerá reajuste de 24,16%[1], sendo que o reajuste médio geral ficou em 24,11%. Os novos valores serão aplicados a partir de 28 de agosto para mais de 2 milhões de unidades consumidoras.
Para calcular o valor do reajuste estabelecido para a tarifa, a ANEEL leva em consideração a parte da tarifa que efetivamente fica com a concessionária, para operar manter e realizar os investimentos necessários à melhoria e expansão do sistema.  Esta parcela foi corrigida em 1,62%.

A segunda parte do reajuste é referente à parte da tarifa que contempla os custos com compra de energia junto aos geradores, os custos com a transmissão da energia e o valor dos encargos setoriais. Dentre estes itens, a despesa junto aos geradores é a que apresenta maior crescimento e tem elevado peso na tarifa – assim, a maior parte do valor do reajuste se dá por conta do aumento expressivo dos custos de aquisição de energia. Vale ressaltar que os custos que compõem esta parte da tarifa são estabelecidos conforme as regras do setor e devem ser repassados integralmente aos consumidores.
É importante ressaltar que dos 24,12%do reajuste autorizado pela ANEEL, apenas 1,62% correspondem à parte que fica com a CEMAR e o restante 22,50%, refere-se às despesas de pagamento de energia, transporte e encargos setoriais. 

Com a parte que fica com a CEMAR a empresa atende os mais de 2 milhões de clientes maranhenses, opera o sistema e faz manutenções na rede, além de investir na melhoria da qualidade da energia. 

 
Qual a relação entre a escassez de chuva e o aumento na tarifa?
Conforme amplamente divulgado pela mídia, esta elevação da despesa com compra de energia decorre de uma situação conjuntural no setor elétrico, marcada por um volume baixo de chuvas nas regiões Sudeste, Centro-oeste e Nordeste, nas quais está localizada a maior parte das hidroelétricas do país. Em função desta condição de poucas chuvas, o custo de geração de energia teve forte aumento, pois o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) teve que recorrer a usinas térmicas, que possuem custos bem mais elevados, para garantir o suprimento de energia em todo o país. Vale ressaltar que a CEMAR não tem qualquer gestão sobre os custos da energia, uma vez que os mesmos são estabelecidos conforme as regras do setor, sem que haja possibilidade de negociação pela distribuidora.

Por outro lado, vale lembrar que o sistema elétrico brasileiro é interligado, ou seja, as usinas geradoras (hidroelétricas, termelétricas, eólicas, a biomassa, e etc) de todas as regiões operam de forma integrada, sob coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Isso significa que eventos em uma região podem afetar as outras, inclusive no que se refere ao preço da energia.

Como funciona a compra de energia no Brasil?
A atual legislação do setor, não permite que as distribuidoras escolham de quem comprar energia. Elas apenas declaram as quantidades para atender seus clientes e são obrigadas a comprar energia em leilões nacionais organizados pelo Governo. As distribuidoras compram energia dos geradores que participam desses leilões. Grande parte da energia que as distribuidoras vendem aos clientes é oriunda de centenas de usinas (termoelétricas, hidroelétricas, eólicas, a biomassa e etc) localizadas nas diversas regiões do Brasil. Dessa forma, todos os estados são afetados pela seca dos reservatórios brasileiros.

Outras informações sobre os reajustes tarifários podem ser consultadas no endereço eletrônico www.aneel.gov.br.

Blog do Jersan Araújo agosto 26, 2014
Governo vai decidir sobre IPI menor após ouvir empresários
A definição sobre a prorrogação da medida que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e eletrodomésticos da linha branca poderá ser tomada após encontros do ministro da Fazenda, Guido Mantega, com representantes dos setores beneficiados, na próxima semana. O governo quer colher informações adicionais para tomar a decisão. 

No dia 31 de agosto, termina o prazo estabelecido pelo governo para a comercialização de automóveis e os eletrodomésticos da linha branca, com o imposto mais baixo, medida adotada para enfrentar a crise econômica. Várias concessionárias e lojas de eletrodomésticos vêm anunciando o fim do prazo e uma série de promoções. 

Na última quarta-feira, o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, disse que não recebeu sinalização do governo sobre uma possível prorrogação da medida. Ele destacou que o setor tem procurado mostrar ao governo que o IPI menor foi determinante para reverter resultados negativos. 

Segundo Meneghetti, no acumulado do ano até o último dia 21, as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 3,92%, em relação ao mesmo período de 2011. Foram 2,225 milhões de carros vendidos. Para ele, se a medida não for prorrogada, os números poderão não se manter. 

Os consumidores indecisos quanto à compra de carro devem ficar atentos, pois o benefício do IPI com alíquota reduzida valerá apenas para os veículos que forem faturados até o dia 31 deste mês, caso não haja prorrogação da medida. 

Com IPI reduzido, concessionárias venderam 30% a mais

Com o fim do prazo para comercialização de automóveis com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido se aproximando, várias concessionárias vêm anunciando uma série de promoções. O desconto no tributo vale até o próximo dia 31. Em Brasília, a Agência Brasil foi a cinco concessionárias para saber a expectativa dos vendedores sobre os últimos dias de IPI reduzido. Em quase todas, os vendedores dizem que houve aumento de cerca 30% nas vendas, nos últimos 15 dias. Eles esperam que a redução do imposto promovida pelo governo seja prorrogada.


"Eu espero que o governo mantenha a redução do IPI por mais tempo. A aprovação dos bancos de financiamentos para compra de veículos melhorou muito nas últimas semanas. Os bancos voltaram a ser mais flexíveis. Na última quinzena, as vendas aumentaram em cerca de 30%", disse o vendedor Anderson Gustavo Rosa.
A consultora de vendas Daniela Ernesto revelou que os vendedores estão esperando que o fluxo de clientes aumente na próxima semana com a proximidade do fim do prazo da redução tributária. "Acho que amanhã (31) não teremos nem tempo de respirar. As vendas aumentaram bastante, cerca de 30%. Os clientes estão fazendo muita pesquisa antes de fechar um negócio para encontrar um preço menor", estimou a consultora pelo fato de sábado ser tradicionalmente um dia movimentado nas concessionárias.
"Houve crescimento nas vendas, o mês foi bem forte. Quase atingimos a meta de vender 350 carros por mês. Até agora, já fechamos negócio em 328 carros. Nossa expectativa é superar a meta. Ainda está havendo muito problema com a aprovação de crédito. Aqui na loja, fizemos um convênio com o Banco do Brasil para facilitar a venda, mas a aprovação é facilitada quando o cliente dá uma entrada de 50% e financia os outros 50% em 24 meses", relata o supervisor de vendas Hamilton Lustosa.
Os fabricantes têm conversado com o governo sobre a possibilidade de manutenção da medida. Na última quarta-feira (22), por exemplo, o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, disse que não recebeu sinalização do governo sobre uma possível prorrogação. Mas, segundo ele, o setor tem procurado mostrar ao governo que o IPI menor foi determinante para reverter resultados negativos em termos de vendas.
Segundo Meneghetti, no acumulado do ano, até o dia 21, as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 3,92%, em relação ao mesmo período de 2011. Foram 2,225 milhões de carros vendidos. Para ele, se a medida não for prorrogada, os números poderão não se manter.
O benefício do IPI com alíquota reduzida valerá apenas para os veículos que forem faturados até o dia 31 deste mês, caso não haja prorrogação da medida.
 (Portal Terra)

Blog do Jersan Araújo agosto 24, 2012
Copyrighted.com Registered & Protected