Começa a campanha para o segundo turno das eleições de 2014. As primeiras pesquisas mostram Aécio Neves à frente de Dilma. O confronto do voto a voto será no dia 26 próximo. Até lá muitas águas vão rolar. A corrupção nos governos petistas é o principal argumento do tucano, enquanto Dilma apela para a possibilidade de ele (Aécio) mudar para pior a política social dinamizada por ela (Dilma) que atende milhões de brasileiros com os programas Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, especialmente. Aécio tem também a seu favor o sentimento de mudança despertado na consciência da maioria do povo brasileiro.
Aécio Neves vem recebendo apoios importantes, inclusive de peemedebistas do quilate do senador Jarbas Vasconcelos, de Pernambuco e do gaucho Pedro Simon, políticos respeitados nacionalmente pelas posições que defendem. O PSB que acolheu a candidatura de Marina Silva, também definiu, a exemplo do PPS de Roberto Freire, do PV de Eduardo Jorge, do PRB do pastor Everaldo, apoio ao tucano.
No Maranhão o destino uniu governistas atuais, comandados pela oligarquia Sarney ao futuro, que assumirá no dia 1º de janeiro de 2015, sob o comando do governador eleito Flávio Dino (PCdoB), na defesa da mesma causa: apoio à reeleição de Dilma Rousseff (PT). No primeiro turno Dilma ficou omissa com relação à disputa pelo governo do Maranhão, mas pediu votos para o candidato sarneysista ao Senado Gastão Vieira (PMDB), no horário da propaganda no rádio e na televisão. Lula pediu votos para Lobão Filho, também do PMDB e principal adversário de Dino.
Apesar do empenho de Dilma e Lula em ajudar o PMDB e o PT de Sarney, o senador amapaense não ficou satisfeito. Gostaria de ter os dois no palanque do seu candidato aqui no Maranhão. Não deu! Diante desse entrevero, e se Aécio Neves tiver chance real de vitória, nada impede Sarney e companhia apoiá-lo em troca de uma “ficha” que lhe possibilite continuar participando do jogo de poder a nível nacional.
O senador Sarney não participará de uma campanha prol Dilma, liderada pelo PCdoB de Flávio Dino. A ferida está aberta. A derrota imposta à oligarquia que sucumbirá definitivamente (espera-se) em 1º de janeiro de 2015, o deixou com o sentimento de “maior abandonado”. Além disso, ele não tem humildade suficiente para aceitar ser liderado ou comandado por adversários. Mas o candidato mineiro já tem no Maranhão o PSDB do deputado João Castelo e do vice- governador eleito Carlos Brandão. Sarney está na posição incômoda e inaceitável (por ele) de coadjuvante nesta campanha presidencial do segundo turno no Maranhão.
PCdoB E PMDB
O partido do governador eleito Flávio Dino (PCdoB) e o PMDB de Sarney e sua trupe estarão juntos no palanque de Dilma Rousseff, neste segundo turno da campanha presidencial. Os comunistas já anunciaram através de nota o apoio à reeleição da presidenta petista, mas, observam que o governador eleito, Flávio Dino, poderá participar, também, do palanque de Aécio. Já o PSB, partido pelo qual foi eleito senador Roberto Rocha já definiu apoio ao tucano.
SARNEY, FILHO E NETO
O deputado federal Sarney Filho e o estadual Adriano Sarney foram reeleito e eleito, respectivamente, pelo Partido Verde que aderiu ao candidato do PSDB, Aécio Neves. Em sendo assim, os dois poderão vingar o “pai-avô” mandando Dilma para o escanteio. Eles têm argumento de sobra para justificar apoio ao tucano, pois o PV, a nível nacional já “tucanou”, desde semana passada. Aliás, todo mundo ta “tucanando” depois dos escândalos envolvendo a Petrobrás e partidos que apóiam o governo petista, onde a corrupção e a propinagem correm soltas.
ESPECULAÇÃO
A indicação do economista Simão Cirineu para a pasta do Planejamento ou da Fazenda, no futuro governo, feita pelo ex-prefeito e deputado eleito Humberto Coutinho, dá margem a outras lembranças de nomes que merecem ser aproveitados, na formação do secretariado do novo governo, como o do deputado Domingos Dutra que não obteve êxito na sua reeleição. Defensor intransigente dos direitos humanos e da reforma agrária, Dutra poderia desenvolver um grande trabalho na pasta da Agricultura.
REJEITADOS
Os deputados Marcos Caldas e Hélio Soares, integrantes da bancada que dá sustentação ao governo de Roseana Sarney, na reta final da campanha do primeiro turno decidiram aderir a Flávio Dino. Tudo bem, mas o resultado não foi nada bom para os dois parlamentares, que foram rejeitados pelo eleitorado. Agora, derrotados nas urnas, esperam ser lembrados pelo governador Flávio Dino para algum cargo na administração estadual.
O VENCEDOR
Em São João Batista, como em todo o estado, a vitória de Flávio Dino estava consolidada. A demonstração de prestígio de cada líder deveria ser avaliada, então, com o resultado da votação de deputados. Os ex-prefeitos Zequinha Soares, Eduardo Dominici e Surama Soares apoiaram Raimundo Cutrim (PCdoB) que perdeu para Glaubert Cutrim apoiado pelo prefeito atual Amarildo Pinheiro. Para deputado federal Eduardo apoiou Trinchão que perdeu para Victor Mendes apoiado por Zequinha e Surama. Ambos perderam para Waldir Maranhão apoiado por Amarildo, o vencedor em São João Batista. O comentário mais ouvido era o de que candidatos apoiados pelo prefeito, em virtude do desgaste, seriam os menos votados. Avaliação errada!...
DILMA VEM AÍ
Por toda esta semana a presidenta Dilma Rousseff estará no Maranhão em campanha que deverá começar por Timon. Aécio inicia a luta por Imperatriz. Os tucanos querem diminuir a diferença de votos prol Dilma, em todo o estado.
Aécio Neves vem recebendo apoios importantes, inclusive de peemedebistas do quilate do senador Jarbas Vasconcelos, de Pernambuco e do gaucho Pedro Simon, políticos respeitados nacionalmente pelas posições que defendem. O PSB que acolheu a candidatura de Marina Silva, também definiu, a exemplo do PPS de Roberto Freire, do PV de Eduardo Jorge, do PRB do pastor Everaldo, apoio ao tucano.
No Maranhão o destino uniu governistas atuais, comandados pela oligarquia Sarney ao futuro, que assumirá no dia 1º de janeiro de 2015, sob o comando do governador eleito Flávio Dino (PCdoB), na defesa da mesma causa: apoio à reeleição de Dilma Rousseff (PT). No primeiro turno Dilma ficou omissa com relação à disputa pelo governo do Maranhão, mas pediu votos para o candidato sarneysista ao Senado Gastão Vieira (PMDB), no horário da propaganda no rádio e na televisão. Lula pediu votos para Lobão Filho, também do PMDB e principal adversário de Dino.
Apesar do empenho de Dilma e Lula em ajudar o PMDB e o PT de Sarney, o senador amapaense não ficou satisfeito. Gostaria de ter os dois no palanque do seu candidato aqui no Maranhão. Não deu! Diante desse entrevero, e se Aécio Neves tiver chance real de vitória, nada impede Sarney e companhia apoiá-lo em troca de uma “ficha” que lhe possibilite continuar participando do jogo de poder a nível nacional.
O senador Sarney não participará de uma campanha prol Dilma, liderada pelo PCdoB de Flávio Dino. A ferida está aberta. A derrota imposta à oligarquia que sucumbirá definitivamente (espera-se) em 1º de janeiro de 2015, o deixou com o sentimento de “maior abandonado”. Além disso, ele não tem humildade suficiente para aceitar ser liderado ou comandado por adversários. Mas o candidato mineiro já tem no Maranhão o PSDB do deputado João Castelo e do vice- governador eleito Carlos Brandão. Sarney está na posição incômoda e inaceitável (por ele) de coadjuvante nesta campanha presidencial do segundo turno no Maranhão.
PCdoB E PMDB
O partido do governador eleito Flávio Dino (PCdoB) e o PMDB de Sarney e sua trupe estarão juntos no palanque de Dilma Rousseff, neste segundo turno da campanha presidencial. Os comunistas já anunciaram através de nota o apoio à reeleição da presidenta petista, mas, observam que o governador eleito, Flávio Dino, poderá participar, também, do palanque de Aécio. Já o PSB, partido pelo qual foi eleito senador Roberto Rocha já definiu apoio ao tucano.
SARNEY, FILHO E NETO
O deputado federal Sarney Filho e o estadual Adriano Sarney foram reeleito e eleito, respectivamente, pelo Partido Verde que aderiu ao candidato do PSDB, Aécio Neves. Em sendo assim, os dois poderão vingar o “pai-avô” mandando Dilma para o escanteio. Eles têm argumento de sobra para justificar apoio ao tucano, pois o PV, a nível nacional já “tucanou”, desde semana passada. Aliás, todo mundo ta “tucanando” depois dos escândalos envolvendo a Petrobrás e partidos que apóiam o governo petista, onde a corrupção e a propinagem correm soltas.
ESPECULAÇÃO
A indicação do economista Simão Cirineu para a pasta do Planejamento ou da Fazenda, no futuro governo, feita pelo ex-prefeito e deputado eleito Humberto Coutinho, dá margem a outras lembranças de nomes que merecem ser aproveitados, na formação do secretariado do novo governo, como o do deputado Domingos Dutra que não obteve êxito na sua reeleição. Defensor intransigente dos direitos humanos e da reforma agrária, Dutra poderia desenvolver um grande trabalho na pasta da Agricultura.
REJEITADOS
Os deputados Marcos Caldas e Hélio Soares, integrantes da bancada que dá sustentação ao governo de Roseana Sarney, na reta final da campanha do primeiro turno decidiram aderir a Flávio Dino. Tudo bem, mas o resultado não foi nada bom para os dois parlamentares, que foram rejeitados pelo eleitorado. Agora, derrotados nas urnas, esperam ser lembrados pelo governador Flávio Dino para algum cargo na administração estadual.
O VENCEDOR
Em São João Batista, como em todo o estado, a vitória de Flávio Dino estava consolidada. A demonstração de prestígio de cada líder deveria ser avaliada, então, com o resultado da votação de deputados. Os ex-prefeitos Zequinha Soares, Eduardo Dominici e Surama Soares apoiaram Raimundo Cutrim (PCdoB) que perdeu para Glaubert Cutrim apoiado pelo prefeito atual Amarildo Pinheiro. Para deputado federal Eduardo apoiou Trinchão que perdeu para Victor Mendes apoiado por Zequinha e Surama. Ambos perderam para Waldir Maranhão apoiado por Amarildo, o vencedor em São João Batista. O comentário mais ouvido era o de que candidatos apoiados pelo prefeito, em virtude do desgaste, seriam os menos votados. Avaliação errada!...
DILMA VEM AÍ
Por toda esta semana a presidenta Dilma Rousseff estará no Maranhão em campanha que deverá começar por Timon. Aécio inicia a luta por Imperatriz. Os tucanos querem diminuir a diferença de votos prol Dilma, em todo o estado.
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