SENADORES DO PT TUMULTUAM SESSÃO DO IMPEACHMENT

Os senadores do PT, atordoados com os inúmeros problemas que afetam as principais estrelas do partido e alguns parlamentares como Gleisi Hoffmann e o marido dela ex-ministro Paulo Bernardo que, para o presidente do Senado, Renan Calheiros deveria está na cadeia, estariam sendo orientados por Lula da Silva para tumultuar a sessão do impeachment de Dilma Rousseff. “Já que não dá para reverter à situação, vamos desmoralizar os senadores” – teria sugerido o ex-presidente, indiciado pela Lava Jato por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, juntamente com a esposa Letícia. 
Iniciada na última quinta-feira (25) e prevista para ser encerrada na madrugada da próxima terça – feira (30) a sessão foi suspensa em várias oportunidades nestes últimos dias pelo presidente, ministro Ricardo Lewandowski. Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann do PT partem para o ataque contra os acusadores de Dilma demonstrando ódio incontrolável, desferem insultos desclassificatórios. Aliás, Lindbergh dirigindo-se ao colega Ronaldo Caiado o chamou de “senador desclassificado” no que foi imediatamente repelido pelo presidente dos trabalhos. 
Os defensores do Impeachment, como Cunha Lima e Álvaro Dias já entenderam e denunciaram a “armação” dos petistas que querem levar a sessão até o dia dois de setembro, quando termina o mandato de Lewandowski, na presidência do STF. Uma pretensão iníqua. Mas, na tribuna eles sugerem e discutem tudo a seu modo e em defesa dos seus interesses, com aquela idéia “se colar colou”. Para a intenção da certo, porém, faltou combinar com o outro lado, repleto de “raposas” atentas.
É verdade que a Nação brasileira não deseja Dilma de volta ao poder. Também não se empolga com a governança de Michel Temer, mas, vai ter que se acostumar porque a antecipação de eleição para presidente da República está fora da realidade. Que em 2018 apareça alguém capaz de transmitir confiança e ser sufragado nas urnas pela maioria do eleitorado e cumprir um mandato com transparência, liberdade, seriedade, equilíbrio. Capaz de fomentar trabalho, progresso e segurança ao povo. 
Portanto, com ansiedade o Brasil aguarda o desfecho desse episódio que há nove meses inquieta a todos diante da insegurança interna e externa com reflexos negativos na economia, na política, no emprego, na saúde, enfim...
Resta ao PT e aos demais aliados de Dilma aceitar, democraticamente o resultado da votação no Senado Federal que, “desclassificado” ou não é o fórum competente para resolver essa questão. E a previsão é de um placar elástico pelo impeachment: algo em torno de 60 X 20.    
PALAVRA DO GOVERNADOR
Repetidamente o governador Flávio Dino (PCdoB) tem afirmado que nos municípios onde disputam a prefeitura dois candidatos de partidos que fazem parte da sua base aliada ele não tomaria posição a favor de nenhum deles. Pois bem, em São João Batista, entre os candidatos estão o engenheiro João Dominici do PSDB do vice – governador Carlos Brandão e Luís Everton (PCdoB), partidos que se enfrentam no município, mas que fazem parte da base do governo. Nesse caso, o governador, pelo que tem garantido não se envolveria na disputa. Certo?        
Uma reportagem de um jornal local, no último final de semana, porém, divulgou a convenção do candidato Everton que revelou aos convencionais que tem o apoio do governador Flávio Dino, do qual é amigo. O comandante da campanha dele é o prefeito atual que, com medo de perder (está desgastado pela má administração que fez) o indicou e o apóia incondicionalmente.
Diante desses fatos um leitor faz a seguinte observação: Não acredito na possibilidade do governador apoiar um candidato, mesmo pertencente ao seu partido, envolvido em falcatruas e escândalos como aquele da folha fantasma do FUNDEB onde candidato e prefeito aparecem como beneficiários. E indaga: será que o governador, até aqui considerado um homem honesto, ficha – limpa, acreditado pela sociedade vai apoiar um “fantasma”, em nome de uma suposta amizade? E conclui: “eu não acredito, nem morto!” 
PROPAGANDA ELEITORAL
Está na tela a propaganda dos candidatos à Prefeitura de São Luís, menos cansativa e mais dinâmica. Quem tem mais tempo é o prefeito Edvaldo Holanda a quem é dada a oportunidade de falar ou repetir as frases de sempre, sem muita convicção. Os demais fizeram melhor mostrando as suas origens como Wellington, Fábio Câmara e Eliziane Gama. Em termos de arte, dinâmica e inteligência a melhor é a de Eliziane (PPS). 
DISPUTA NO PAÇO
O vereador Jorge Maru, de vários mandatos, aceitou concorrer esta eleição como vice na chapa encabeçada pelo ex-prefeito Gilberto Aroso. Maru, pela experiência política e pelo conhecimento que tem do município, significa grande reforço à chapa que vai ter que se desdobrar para acompanhar o candidato do governador, ex-deputado federal Domingos Dutra que de tanto caminhar visitando e reunindo moradores em Paço do Lumiar já recebeu o simpático apelido de “Tocha Olímpica”. A disputa nesse município da Grande São Luís será bastante disputada. O atual prefeito disputa a reeleição.  
A CRISE
A crise financeira atinge, em cheio, o bolso dos trabalhadores brasileiros, a maioria inadimplente, conforme registro do SERASA. Não é pra menos: o governo Dilma gastou mais do que arrecadou. A bomba explodiu dois anos depois do início dos desmandos. A população não tem o dom de adivinhar, aí vem o desemprego, a recessão, inflação alta, congelamento dos salários e coisas mais, Resultado: o governo Dilma “lascou” todo mundo. Até aqueles que roubaram do erário, descobertos pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, não têm mais dinheiro para devolver. Poucos “camuflaram” o que roubaram. E a vida segue...     

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